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e determinado, menos a bendita finalidade. Acorda marcado; sonhos, que julga importantes, evaporaram. Que coisa ser feito disso, pensa.
Atravessa as coisas ou rumo ao esquecimento – e pra onde vai o esquecido, se continua aqui de alguma maneira, na ausência de outro lugar pra se depositar? ausente do olhar quem sabe, mas ainda aqui, não? – ou rumo a um entendimento – que, por sua vez, será apenas mais um elemento agregado às complicações, de novo, de finalidade, de propósito, de objetivo. Milhões insistindo em si mesmos incessantes o tempo todo.
Assim, tem logo diante de si um muro de pedra, que é diáfano mas também pesado, que é nada mas também é o que lhe demora, que exige de você isso e aquilo, que lhe deixa lento, torto, alquebrado, já cansado e o dia mal começou mas tanto, tanto já terminou antes. Afinal, lembra que não se trata de linha reta e, ainda que um pouco encurvado, prossegue.

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maybe beauty – linger and remain, or move(lingering?).
Comentário por marcusmartins Novembro 25, 2006 @ 12:42 amAcho que há também uma lógica das histórias zens, que você tanto admira. Mas, é diferente…
Comentário por fabíola tasca Dezembro 14, 2006 @ 2:05 am