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que a gente tem o quebra-nozes, disse, enquanto gesticulava, com o objeto balançando um pouco solto em sua mão, parte portanto do vai-e-vem do gesto e do sublinhar didático da fala, lá eles usam isso pra cortar a noz de bétel, é isso. Olha que primor a coisa, tudo cheio de gravação e detalhinho, disse, e nesse momento parou um pouco o gesto e dirigiu nossa atenção para o corpo que tinha na mão, mexendo um pouco com o polegar e o indicador para movimentar a alavanca que, afinal, era a grande justificativa funcional do objeto e continuou, dizendo Agora, lá é comum isso, muita gente masca, e tem vários artifícios pra preparar a coisa, pra dar uma temperada, corta, dá uma temperadinha, às vezes pega um cigarro e aperta assim em cima pra deixar cair um pouquinho do fumo na mistura, deixa marinando enrolada numa folhinha de bétel mesmo e fica tudo amarradinho.

2 Comentários até o momento
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Você acha que se poderia dizer que seu interesse não é, ou não se orienta, especificamente, pela/para narrativa?
Bom, conversaremos sobre isso depois. Até lá, refinarei meus argumentos críticos.
Beijo.
Comentário por fabíola tasca Dezembro 14, 2006 @ 1:50 amOlha só… a narrativa é bonita.. mas a ignorância é grande…
Essa merda ai causa câncer oral… Seu ignorante!!
Ve se tira esse texto dai e vai estuda um pouco!!
Comentário por anônimo Agosto 1, 2007 @ 9:48 pm