OZU


A arte
Dezembro 12, 2006, 3:23 am
Arquivado em: Ozu

sendo, portanto, a de se deparar com o que está disponível à atenção em pleno meio-dia, no meio da rua e à toa, e justamente por isso é tão fugidio, porque parece trivial, é ordinário, enfim, nada, você nunca vai se debruçar sobre aquilo, até que quando enfim se dá conta, é isso.  Esse é o problema. Mas é a graça também.

st-noon


5 Comentários até o momento
Deixe um comentário

Acho que os textos, ou a maioria deles, se parecem com fotografias, no sentido de se insinuarem como recortes de um contexto ao qual não se tem acesso. Inicialmente tenho a impressão que perdi alguma coisa quando os leio, algo como o iníco de uma conversa, o fio da meada. Depois releio e percebo que há integridade no fragmento, que são como pastilhas concentradas. De qualquer forma, conversaremos a respeito… estou formando meu aparato crítico conceitual. :)

Comentário por fabíola tasca

Parabéns, Antonio. Aqui vai uma sugestão, quase uma tarefa, uma proposição, um exercício de “estilo”:

_ Escrever um post no qual eu não me reconheça, no qual não me reconheçam. Algo como uma autoria improvável.

Comentário por fabíola tasca

ainda vamos ter ozu antes do fim do ano?

Comentário por marcusmartins

Parabéns pelo blog !

abraços …

Comentário por Ítalo de Paula Pinto

Limito-me a reforçar a sugestão da Fabíola. :o ))
(http://www.arkanozero.blogspot.com/)

Comentário por Joira




Deixe um comentário
Linhas e parágrafos quebram automaticamente, endereços de email não serão mostrados, HTML permitido: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>