A arte
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Dezembro 12, 2006, 3:23 am
Arquivado em: Ozu
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sendo, portanto, a de se deparar com o que está disponível à atenção em pleno meio-dia, no meio da rua e à toa, e justamente por isso é tão fugidio, porque parece trivial, é ordinário, enfim, nada, você nunca vai se debruçar sobre aquilo, até que quando enfim se dá conta, é isso. Esse é o problema. Mas é a graça também.

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Acho que os textos, ou a maioria deles, se parecem com fotografias, no sentido de se insinuarem como recortes de um contexto ao qual não se tem acesso. Inicialmente tenho a impressão que perdi alguma coisa quando os leio, algo como o iníco de uma conversa, o fio da meada. Depois releio e percebo que há integridade no fragmento, que são como pastilhas concentradas. De qualquer forma, conversaremos a respeito… estou formando meu aparato crítico conceitual.
Comentário por fabíola tasca Dezembro 14, 2006 @ 2:02 amParabéns, Antonio. Aqui vai uma sugestão, quase uma tarefa, uma proposição, um exercício de “estilo”:
_ Escrever um post no qual eu não me reconheça, no qual não me reconheçam. Algo como uma autoria improvável.
Comentário por fabíola tasca Dezembro 18, 2006 @ 2:23 amainda vamos ter ozu antes do fim do ano?
Comentário por marcusmartins Dezembro 22, 2006 @ 4:46 amParabéns pelo blog !
abraços …
Comentário por Ítalo de Paula Pinto Dezembro 27, 2006 @ 1:28 amLimito-me a reforçar a sugestão da Fabíola.
))
Comentário por Joira Janeiro 15, 2007 @ 12:55 am(http://www.arkanozero.blogspot.com/)